Irã: uma ameaça a Israel, ao Oriente Médio e ao mundo

Diretamente ou através de seus grupos terroristas aliados, o governo de Teerã semeia ódio e destruição

 

israel-15

Israelenses atingidos por mísseis do Hamas, armado e financiado pelo Irã

 

Pouquíssimos países árabes e muçulmanos até hoje reconhecem a existência de Israel, mas um em especial tem-se posicionado como o mais terrível inimigo do Estado Judeu: o Irã.

A República Islâmica do Irã é a principal fonte de instabilidade não só no Oriente Médio, mas em todo o mundo. De acordo com inúmeros órgãos de inteligência e especialistas militares, o Irã é um dos principais promotores do terrorismo mundial e está trabalhando com afinco para adquirir um arsenal nuclear.

O extremismo do país dá conforto e inspiração para radicais islâmicos que procuram transformar os muçulmanos moderados e as sociedades ocidentais em sua própria imagem. Enquanto os dirigentes iranianos não são tímidos ao lançarem seu desprezo sobre “o grande Satã” (os Estados Unidos), eles guardam a maioria de seu ódio para o “pequeno Satã” (Israel).

Oficiais iranianos têm repetida e abertamente pedido a destruição do Estado Judeu. Sem envolver seus próprios soldados, estes fanáticos islâmicos têm usado representantes externos para declarar guerra contra Israel.

“Guerra por procuração”: o Hamas e Hezbolá

[private]

Irã financia, arma, treina e apoia regimes e organizações terroristas que causam mortes e caos em todo o mundo. Os seus clientes mais proeminentes são o Hamas e o Hezbolá, através dos quais o Irã é capaz de travar essa “guerra por procuração” contra o Estado Judeu. Embora o Irã nunca tenha se envolvido diretamente numa guerra contra Israel, é ele quem esteve por trás das forças que atacaram Israel nos últimos anos.

O Hamas controla a Faixa de Gaza, uma estreita faixa de terra na fronteira sudeste do Estado de Israel, e o Hezbolá controla o sul do Líbano, que faz fronteira com norte de Israel.

Por muitos anos, o Hamas tem usado fundos e tecnologia do Irã para lançar ferozes ataques terroristas contra Israel, assassinando e ferindo milhares de civis. Depois que assumiu o controle da Faixa de Gaza, em 2007, o Hamas começou a bombardear cidades do sul de Israel com milhares de foguetes.

Tecnicamente um “partido político”, o Hezbolá é um grupo terrorista que tornou-se o primeiro grupo árabe ou muçulmano capaz de reivindicar uma verdadeira vitória sobre Israel: após anos de guerrilha contra o Hezbolá, em 2000, as forças militares de Israel se retiraram unilateralmente do sul do Líbano, que haviam patrulhado por mais de quase duas décadas, a fim de evitar os bombardeios da região contra o norte de Israel.

Embora expulsar Israel fosse seu objetivo declarado, após a retirada, o Hezbolá continuou com suas ações de guerrilha e ocasionais incursões em Israel, além de lançar foguetes e mísseis em cidades do norte do país. Outras táticas incluíam erguer grandes painéis visíveis ao longo da fronteira com fotos de corpos ou partes de corpos de soldados israelenses mortos, ou fotos de soldados desaparecidos, que ridicularizavam e ameaçavam o Exército, o governo e o povo de Israel.

Em Julho de 2006, o Hezbolá lançou mais um ataque contra soldados israelenses postados na fronteira, matando três e seqüestrando dois. As forças israelenses invadiram, procurando os dois soldados, enquanto o Hezbolá começou a bombardear cidades israelenses – o pior ataque desde a fundação do Estado.

Um milhão de habitantes da Galiléia fugiram ou viveram em abrigos por um mês. Mais de 150 civis israelenses e soldados foram mortos e o Hezbolá não devolveu os dois soldados, que o Hezbolá afirmava estarem vivos. O destino dos soldados não foi conhecido até seus corpos serem devolvidos em uma troca de prisioneiros dois anos mais tarde; autoridades israelenses acreditam que eles foram mortos no ataque inicial.

Em novembro de 2009, Israel interceptou um navio de carga que transportava centenas de toneladas de armas disfarçadas como bens civis, que na verdade iriam do Irã para o Hezbolá.

 

Traduzido com permissão de International Fellowship of Christians and Jews

[/private]